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Home > Áreas Terapêuticas > Hipertensão Arterial Pulmonar (HAP) > A Endotelina na HAP > Antagonista dos Receptores de Endotelina (ARE)
 
Áreas Terapêuticas
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Hipertensão Arterial Pulmonar (HAP)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
História da Endotelina
 
 
Um potente mediador patogênico
 
Antagonista dos Receptores de Endotelina (ARE)
 
 
Mecanismo de ação da Endotelina
 
 
A Endotelina na fisiologia normal
 
 
A Endotelina na patologia
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Doença de Gaucher
 
 
 
Antagonista do Receptor da Endotelina (ARE)

Recentemente pesquisas mostraram que os níveis de endotelina, um mediador patogênico secretado pelo endotélio (camada de células que recobre a superfície interna dos vasos sangüíneos) no sangue e nos tecidos são significativamente aumentados em doenças crônicas como a HAP, entre outras.
Os níveis elevados de entodelina no organismo são responsáveis por vários efeitos, dentre eles, o estreitamento (vasoconstrição) e espessamento (fibrose) dos vasos sangüíneos, que podem desencadear sintomas como falta de ar, vertigem, desmaios, palpitações e fraqueza geral. Com base nesses conhecimentos, viu-se a necessidade de bloquear, com uso de medicamentos, os efeitos nocivos desencadeados pela endotelina. Este bloqueio é obtido através dos antagonistas dos receptores de endotelina (ARE), como por exemplo, a bosentana.
A bosentana bloqueia a ligação da endotelina com os vasos sanguíneos, prevenindo seus efeitos nocivos e permitindo que o sangue volte a circular normalmente entre o coração e o pulmão.

O antagonista de receptores de endotelina bloqueia os receptores:
O Antagonista de Receptores de Endotelina (1) envolve os dois receptores de endotelina ETA e ETB. Desta forma, não haverá mais local para a endotelina (ET), que conseqüentemente não poderá mais desenvolver os seus efeitos prejudiciais.